O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (Sinproesemma) informa aos professores ativos e contratados da Rede Estadual de Ensino que se encontram cedidos, afastados, permutados e licenciados também devem realizar a atualização cadastral. O recadastramento será realizado nas suas respectivas Unidade Regional de Educação (URE), no mês do seu aniversário.

É importante que o trabalhador não se esqueça de fazer o recadastramento no prazo, caso isso ocorra o servidor terá seu vencimento suspenso e deverá comparecer à Superintendência de Administração de Recursos Humanos, em São Luís, para regularizar a atualização cadastral e desbloqueio do pagamento.

O que é preciso para fazer o recadastramento

(O servidor deverá apresentar original e cópia autenticada dos seguintes documentos):

Cópia do Registro Geral (RG) ou a Carteira Nacional de Habilitação CNH; Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF); Cópia do comprovante de residência; Cópia do Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP); apresentar contato telefônico e de endereço eletrônico (caso tenha); dados bancários e preencher a ficha de atualização, declarando o local onde, de fato, está exercendo sua função.

Após a atualização, o servidor receberá um comprovante de que atualizou ou confirmou seu cadastro funcional.

Link para ficha cadastral:






















Kalyne Cunha















 

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (Sinproesemma), da regional de Imperatriz, juntamente com outros sindicatos participaram, dia 31 de março, do ato público de Paralisação Nacional contra a Reforma da Previdência Social, Terceirização e contra a Reforma Trabalhista.

Como sinônimo de grandes mobilizações, a data repercutiu no cenário nacional, já que grande parte dos estados brasileiros protestaram contra os desmontes do governo de Michel Temer. 


Programação:


8h – Os sindicalistas panfletaram e conversaram com os trabalhadores, no Bairro Mercadinho, os alertando sobre os danos causados com a aprovação das reformas trabalhista, previdenciária e o projeto de terceirização.

9h – As atividades prosseguiram na Avenida Getúlio Vargas, Centro, próximo a BR- 010. 


17h – A concentração foi em frente a Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul) e Pitágoras com falas e panfletagem sobre os prejuízos das reformas trabalhista, previdenciária e a terceirização.


Para o coordenador do Sinproesesemma, “a luta se faz necessária na medida em que o Governo Federal quer imputar leis, sem consultar a população, e aprovar seu pacote de maldades contra a sociedade civil. Não cruzaremos os braços diante das propostas descabidas do atual presidente que afeta de forma direta os trabalhadores da educação e a população de forma geral”, esclarece o sindicalista.


Kalyne Cunha


   O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) juntamente com as centrais sindicais de todos os estados da federação se uniram a Greve Geral Nacional da Educação, na última quarta-feira, 15, na Praça de Fátima (Centro), para denunciarem os prejuízos causados aos trabalhadores da educação com a reforma da Previdência Social, o sucateamento das escolas e estabelecer o cumprimento do Piso Salarial Nacional e contratação de professores.


   Com sinônimo de dia nacional de mobilização das principais categorias de trabalhadores do Brasil, a Greve Geral, em Imperatriz, foi marcada com uma grande caminhada pelas principais avenidas do Centro da cidade. O prédio da Previdência Social foi o palco de concentração em que os professores interditaram a avenida, em frente à instituição, reforçando o protesto contra as medidas que afetam drasticamente a vida do trabalhador ameaçando acabar com a aposentadoria e direitos trabalhistas previstos na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).


   Palavras de ordem e faixas caracterizaram os principais pontos aos quais os trabalhadores da educação mais sofrerão perdas. O professor da rede estadual de ensino, Francisco Alves pontuou alguns problemas vivenciados pela categoria ao longo dos anos como a inexistência de políticas publicas eficazes para a educação por meio do Governo Federal e Estadual. E sobre o governo do estado ele explica que os avanços na área da educação são tímidos. “É preciso travar uma luta mais forte para que os avanços sejam maiores. Um deles estar vinculado o pagamento do Piso Salarial Nacional; o déficit de professores para as disciplinas, principalmente na área de exatas e também humanas; aumentar o número de ampliações de matrículas que não contempla a categoria a contento”, ressaltou.

   Sobre a Reforma da Previdência Social Francisco esclarece que, “direitos trabalhistas conquistados a dura penas, o governo vem retirando de forma silenciosa. Estamos buscando forças de como reagir a essa situação e a maioria dos profissionais entendem que isso seria um câncer para a categoria, por ser uma morte lenta que só daqui a alguns anos se perceberá o tamanho da gravidade e do retrocesso social”. 


   Para a vice-coordenadora do Sinproesemma, Luciene Lucena, o sindicato interpreta um papel importante encabeçando a luta contra a reforma da Previdência Social a favor da categoria e da sociedade como um todo. “O dia de hoje tem o objetivo de barrar a votação da reforma da Previdência que para a nossa categoria ameaça extinguir a aposentadoria especial”. Os grandes centros estão parando e todos os sindicatos estão unidos e organizados tentando mobilizar além do Congresso Nacional a sociedade a respeito dessa reforma”.


   Apesar da urgência em impedir a votação a respeito da reforma da Previdência Social, a sindicalista pontua outros impasses que a categoria vem sofrendo. “A situação é calamitosa! Há a ausência de contratação de professores, que inclusive fez alunos de escolas da cidade vizinha, Governador Edison Lobão-MA, a paralisarem as atividades por falta de professores. O seletivo realizado não atendeu essa demanda”.

   Sobre a Lei do Piso a vice-coordenadora denuncia que não está sendo cumprido, pois o “governo do Estado colocou o reajuste em cima da gratificação o que fere o Estatuto do Educador, que lutamos muito para que fosse aprovado, descumprindo a Lei do Piso. A nossa renda precisa estar atualizada mediante a inflação alta, pois não tivemos reajuste em 2016 de 11,36% o que acarreta um prejuízo enorme para o trabalhador da educação”. 





Kalyne Cunha





O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (Sinproesemma) vem a público manifestar o seu repúdio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287/2016, protocolada em 06 de dezembro de 2016, na Câmara dos Deputados, e convidar os trabalhadores da educação para a Parada Internacional de Mulheres no Brasil contra a Reforma da Previdência Social, no dia 8 de Março.
PROGRAMAÇÃO:

5h - Alvorada Camponesa
Local: Entrada de Cidelândia - MA.


10h - Ato contra os desmontes das políticas públicas
Local: Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) de Imperatriz- MA, localizado na Rua Rafael Almeida Ribeiro - s/n, Bairro Bacuri.


14h - Ato contra a impunidade de estupradores e assassinos de mulheres
Local: Em frente ao Fórum Henrique de La Roque, Centro.


15h - Ato contra a Reforma da Previdência Social
Local: Em frente ao INSS, Centro.


17h – Ato das mulheres da Região Tocantina
Local: Praça de Fátima, Centro.
Entenda quais prejuízos os professores terão com a aprovação da PEC 287/16
1. Fim da aposentadoria especial do magistério
2. Aumento da idade mínima da aposentadoria e do tempo de contribuição
3. Equiparação entre homens e mulheres e trabalhadores urbanos e trabalhadores rurais
4. Aumento da idade para aposentadoria compulsória
5. Fixação do teto remuneratório no patamar estabelecido pelo Regime Geral da Previdência Social (RGPS)
6. Cálculo do valor da aposentadoria
7. Fim da paridade e da integralidade
8. Regras de transição
9. Vedação de acúmulo de aposentadorias e de aposentadoria com pensões.


A Reforma da Previdência do Governo de Michel Temer é um insulto aos professores e trabalhadores e à sociedade em geral. É um ataque frontal aos direitos conquistados dos trabalhadores, e em maior grau, aos professores, pois rompe com o regime especial de aposentadoria. Participe conosco do ato contra a Reforma da Previdência e a Parada Internacional de Mulheres no Brasil. Diga não à retirada de direitos!





Kalyne Cunha