O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) vem a público esclarecer que não há nenhuma lista oficial de pagamento de retroativos para os educadores que estão com processos individuais de execução na justiça, referente à ação coletiva de descompressão da tabela salarial (processo 14.440 do ano 2000).


   Segundo a direção da entidade é mais um boato espalhado por pessoas irresponsáveis e oportunistas que querem gerar dúvidas entre os trabalhadores e prejudicar o sindicato.

   Para o presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, não há documento oficial da entidade tratando de pagamento dos retroativos oriundos das ações ganhas pelos servidores na Justiça. “Todos os atos do Sinproesemma são divulgados nos veículos oficiais de comunicação da entidade, como jornal D’Classe, site ou pelo próprio escritório do sindicato, orientado pela direção”, explicou.

   De acordo com o diretor do Sinproesemma Henrique Gomes, a suposta lista "é mais uma invencionice da turma que quer, por força, tumultuar a organização sindical, confundindo a categoria com mentiras". O dirigente orienta aos educadores, com dúvidas sobre o andamento dos processos, que procurem o sindicato para obter esclarecimentos.

PROCESSOS

    O que há publicado no site do Sinproesemma é a lista com os nomes de todos os educadores que estão nos processos de execução. Na lista oficial tem o nome do educador, a cidade onde mora, o número do processo e a vara onde tramita. Não têm valores e muito menos prazos de pagamento. “Se houver algum chamado da justiça para receber valores, o sindicato entrará em contato com o educador e poderá divulgar a informação no site oficial da entidade. Mas, por enquanto, não há essa previsão”, explicou Henrique.

   Segundo o escritório de advocacia do Sinproesemma cerca de 20 mil educadores entraram com as ações individuais de execução pleiteando retroativos da ação coletiva 14.440/2000. “Na grande maioria dos casos, os processos ainda aguardam a definição dos valores a serem pagos aos professores. Via de Regra, após a apresentação dos nossos cálculos iniciais, o Estado tem a oportunidade de contestar os valores e apresentar aqueles que considera corretos”, explica o advogado Luiz Henrique, que acompanha as ações dos professores.

DOCUMENTOS

   O escritório também explica que, na maioria dos casos, diante da contestação dos valores, os processos são enviados para a contadoria judicial. Para que expeça o valor definitivo, a contadoria requer ao Estado a apresentação da ficha financeira do professor e Tela 1. A ficha é um resumo dos pagamentos mensais recebidos pelo professor e a Tela 1 é um resumo da evolução na carreira do servidor. Para agilizar o processo de execução, o escritório orienta que os professores devem requerer os dois documentos ao Estado e levar ao escritório para que seja feita a juntada ao processo. “Os dois documentos são obtidos na Segep”, orienta o advogado.

PRECATÓRIO

   O trâmite da execução funciona da seguinte forma: Após a sentença do juiz mandando pagar o retroativo, os cálculos apresentados pelo escritório geralmente são contestados. Após contestação, os cálculos seguem para a contadoria judicial. Na contadoria, após análise, se for mantido, o valor vai para a lista de precatórios do Estado. Precatórios são espécie de confissão de dívida. É o Estado reconhecendo a dívida que tem com o servidor. Após se tornar precatório, o valor será pago de acordo com as leis orçamentárias. Ainda é necessário aguardar a programação de pagamento do Estado, que sempre fica para o orçamento do ano subsequente ao da aprovação dos cálculos.



   O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (Sinproesemma) de Imperatriz unido a outras representações sindicais foram às ruas, na manhã do dia 28 de abril, para protestarem contra a Reforma Trabalhista, Reforma da Previdência e a Lei de Terceirização. 


   A Praça Brasil (Centro) foi o local de concentração de todas as categorias aonde seguiram pelas principais avenidas da cidade. Um dos pontos estratégicos de parada da manifestação foi o viaduto da cidade, que permaneceu interditado por quase uma hora, intensificando o ato com a paralisação momentânea da Belém Brasília. Na sequência, a multidão se concentrou em frente ao escritório do senador Roberto Rocha, que votou a favor da Reforma Trabalhista, e finalizaram o ato em frente à agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

FOTO: Brenda Herênio
   A Greve Geral repercutiu nacionalmente, pois as manifestações aconteceram respectivamente em todos os estados da federação. Por reconhecer o significado desse dia, a vice-coordenadora do Sinproesemma, Luciene Lucena, esclarece o papel da instituição como instrumento de luta. 
FOTO: Brenda Herênio
   “É importante o Sinproesemma estar na frente destas manifestações para assegurar direitos, pois as reformas ferem muitos direitos já conquistados pelos trabalhadores e principalmente pelos professores. Essas reformas não levam em conta a dignidade do trabalhador e por isso estamos lutando contra isso e dizendo não a atitude dos nossos representantes, que estão votando contra esses direitos. Nossa bandeira de luta é nenhum direito a menos!”, relata a sindicalista.

FOTO: Brenda Herênio


   Para a professora da Rede Estadual de Ensino Lucimeire Oliveira, a Greve Geral tem um significado importante no cenário nacional. “Diante de todas as mazelas que estão acontecendo, o dia de hoje tem um papel primordial, não só para os trabalhadores, mas para toda a população brasileira que enfrenta diversos problemas diante de todos os direitos que lutamos para conquistar e estamos vendo um presidente os retirando”. A professora adverte ainda que, “a luta contra a retirada de direitos não pode ser pensada apenas para o presente, pois futuramente vamos ter uma sociedade com distribuição de renda e qualidade de vida, justamente para não ter essa concentração de uma minoria que está enricando em detrimento de uma sociedade que está pagando tudo. Não é justo que paguemos por uma conta que não é nossa”.

FOTO: Brenda Herênio




Kalyne Cunha

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (Sinproesemma) informa aos professores ativos e contratados da Rede Estadual de Ensino que se encontram cedidos, afastados, permutados e licenciados também devem realizar a atualização cadastral. O recadastramento será realizado nas suas respectivas Unidade Regional de Educação (URE), no mês do seu aniversário.

É importante que o trabalhador não se esqueça de fazer o recadastramento no prazo, caso isso ocorra o servidor terá seu vencimento suspenso e deverá comparecer à Superintendência de Administração de Recursos Humanos, em São Luís, para regularizar a atualização cadastral e desbloqueio do pagamento.

O que é preciso para fazer o recadastramento

(O servidor deverá apresentar original e cópia autenticada dos seguintes documentos):

Cópia do Registro Geral (RG) ou a Carteira Nacional de Habilitação CNH; Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF); Cópia do comprovante de residência; Cópia do Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP); apresentar contato telefônico e de endereço eletrônico (caso tenha); dados bancários e preencher a ficha de atualização, declarando o local onde, de fato, está exercendo sua função.

Após a atualização, o servidor receberá um comprovante de que atualizou ou confirmou seu cadastro funcional.

Link para ficha cadastral:






















Kalyne Cunha















 

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (Sinproesemma), da regional de Imperatriz, juntamente com outros sindicatos participaram, dia 31 de março, do ato público de Paralisação Nacional contra a Reforma da Previdência Social, Terceirização e contra a Reforma Trabalhista.

Como sinônimo de grandes mobilizações, a data repercutiu no cenário nacional, já que grande parte dos estados brasileiros protestaram contra os desmontes do governo de Michel Temer. 


Programação:


8h – Os sindicalistas panfletaram e conversaram com os trabalhadores, no Bairro Mercadinho, os alertando sobre os danos causados com a aprovação das reformas trabalhista, previdenciária e o projeto de terceirização.

9h – As atividades prosseguiram na Avenida Getúlio Vargas, Centro, próximo a BR- 010. 


17h – A concentração foi em frente a Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UemaSul) e Pitágoras com falas e panfletagem sobre os prejuízos das reformas trabalhista, previdenciária e a terceirização.


Para o coordenador do Sinproesesemma, “a luta se faz necessária na medida em que o Governo Federal quer imputar leis, sem consultar a população, e aprovar seu pacote de maldades contra a sociedade civil. Não cruzaremos os braços diante das propostas descabidas do atual presidente que afeta de forma direta os trabalhadores da educação e a população de forma geral”, esclarece o sindicalista.


Kalyne Cunha