A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (SINPROESEMMA) vem a público manifestar profundo pesar pelo falecimento da professora Nelma Natividade Oliveira, 48 anos, nascida no município de Carolina (MA) , atualmente residia em Imperatriz. Ela morreu após uma cirurgia, que aparentemente havia sido bem sucedida, na noite desta terça-feira (28.)

    
Nelma era conhecida como uma pessoa amiga, solidária e sempre de bem com a vida. Atualmente trabalhava no Centro de Ensino Nova Vitória.

     O coordenador regional do SINPROESEMMA, André Santos, fez questão de relembrar a trajetória da professora que marcou o início de sua carreira na educação da rede estadual, quando começou a lecionar no Centro de Ensino Pedro Ferreira de Alencar. "A conheci logo que comecei a trabalhar em 2006. Fizemos amizade, uma grande pessoa. Na eleição da direção estadual do sindicato, no final de 2012, ela passou o dia conosco, atuou como mesária. Uma pessoa amiga, agradável, prestativa, muito triste a notícia do seu falecimento. Lamentável!”.

     
A perda da educadora representa uma lacuna na educação da região. Alunos, colegas e a direção sindical lamentam o falecimento do professora e dedicam os pêsames à família neste momento de dor. 





 Kalyne Cunha


1 - Educação Infantil 
Até 2016, todas as crianças de 4 a 5 anos de idade devem estar matriculadas na pré-escola. A meta estabelece, também, a oferta de Educação Infantil em creches deve ser ampliada de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos até o final da vigência deste PNE. 

2 - Ensino Fundamental
 Até o último ano de vigência do PNE, toda a população de 6 a 14 anos deve ser matriculada no Ensino Fundamental de 9 anos, e pelo menos 95% dos alunos devem concluir essa etapa na idade recomendada. 

3 - Ensino Médio
 Até 2016, o atendimento escolar deve ser universalizado para toda a população de 15 a 17 anos. A meta é também elevar, até o final da vigência do PNE, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para 85%.

4 - Educação Especial/Inclusiva 
Toda a população de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação deve ter acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, de preferência na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados. 

5 - Alfabetização 
Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do Ensino Fundamental. Atualmente, segundo dados de 2012, a porcentagem de crianças do 3º ano do Ensino Fundamental com aprendizagem adequada em leitura é de 44,5%. Em escrita, 30,1% delas estão aptas, e apenas 33,3% têm aprendizagem adequada em matemática. 

6 - Educação integral 
Até o fim da vigência do PNE, oferecer Educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da Educação Básica. 

7 - Aprendizado adequado na idade certa 
Estimular a qualidade da educação básica em todas etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb: 



8 - Escolaridade média 
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

9 - Alfabetização de jovens e adultos
 Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência do PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional. 

10 - EJA integrada à Educação Profissional
Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional. Os dados de 2012 apontam que apenas 0,7% dos alunos do EJA de Ensino Fundamental têm esta integração. No Ensino Médio, a porcentagem sobe para 2,7%. 

11 - Educação Profissional 
Triplicar as matrículas da Educação Profissional Técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público. Em 2012, houve 1.362.200 matrículas nesta modalidade de ensino. A meta é atingir o número de 4.086.600 de alunos matriculados. 12 - Educação Superior Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público. 

13 - Titulação de professores da Educação Superior
Elevar a qualidade da Educação Superior pela ampliação da proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de Educação Superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% doutores. 

14 - Pós-graduação
 Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores. 

15 - Formação de professores 
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 ano de vigência do PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação, assegurando que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. 

16 - Formação continuada e pós-graduação de professores 
Formar, em nível de pós-graduação, 50% dos professores da Educação Básica, até o último ano de vigência do PNE, e garantir a todos os(as) profissionais da Educação Básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino. 

17 - Valorização do professor
 Valorizar os(as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE. 

18 - Plano de carreira dos(as) profissionais da educação
Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os(as) profissionais da Educação Básica e Superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos(as) profissionais da Educação Básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido no art. 206, VIII da Constituição Federal.

19 - Gestão democrática 
Assegurar condições, no prazo de dois anos, para a efetivação da gestão democrática da Educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. 20 - Financiamento da Educação Ampliar o investimento público em Educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência da lei do PNE e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB ao final do decênio.




Fonte CNTE



      Prezando a saúde dos profissionais da categoria o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (SINPROESEMMA) realizou o seminário sobre a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora em Educação, no dia 17 de abril, no auditório da Unidade Regional de Educação (URE). O evento foi realizado em parceria com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino em Imperatriz (STEEI).

     O presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, esclareceu a relevância do seminário sobre a saúde do trabalhador para a categoria e afirma que, “o sindicato tem uma preocupação, uma luta diária com a classe, que passa por tratar de forma indireta dessa problemática. A questão da saúde do trabalhador passa por escolas adequadas, escolas de qualidade, equipamentos de trabalho,  condições de trabalho, então o exercício desse debate é pra permitir que a gente compreenda a dimensão da saúde para o bem da educação”.

     A coordenadora do Cerest Dalvenira Mendes, que foi uma das palestrantes do evento, discorreu sobre A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e destacou a importância da temática para a categoria. “É necessário que os trabalhadores entendam como funciona essa política e de onde veio. Observei que muitos ainda confundem a medicina do trabalho com a saúde do trabalho. Porque uma trabalha com o trabalhador adoecido e a outra trabalha a prevenção”, esclarece.

     A psicóloga Áurea Gianna palestrou sobre a Saúde Mental e Trabalho em Educação e a fonoaudióloga Ana Cristina Oliveira, reservou um momento para os professores exercitarem sua principal ferramenta de trabalho, que é a voz. A ocasião serviu para que muitos educadores pudessem avaliar o impacto causado pela falta dos exercícios vocais e sua importância para a  prevenção de danos ocasionados pelo seu uso indevido. 
 
     coordenador regional responsável pelos núcleos de Campestre e Porto Franco, Rubens Alves, falou sobre seu cotidiano, enquanto profissional da educação, e revelou o problema acarretado pela maçante jornada de trabalho em sala de aula. “Como professor, utilizo muito a voz e trabalho três turnos e os efeitos sobre ela, já começaram a aparecer”.  Sobre os ensinamentos da fonoaudióloga, Rubens afirma serem “exercícios simples e que ajudam a prevenir problemas que possam a se tornarem graves”.

     O coordenador regional do SINPROESEMMA  em Imperatriz, André Santos, explicou  que muitas vezes o professor ignora os exercícios voltados a voz, mas deixa claro que é  preciso ser relembrado e ter uma atenção voltada para a prática. O sindicalista avaliou o seminário sobre a saúde do trabalhador de forma positiva em relação ao público, pois contou com a participação de centenas de professores. “Percebemos um vigor ainda maior nos palestrantes, que realmente deram um show em suas palestras e com certeza vão fazer a diferença na vida do professor”, resume o professor sobre o seminário realizado.



KALYNE CUNHA